
Quando Lenin e Trotsky tomaram o poder do Império Russo, o fizeram com a ajuda de pessoas poderosíssimas que, aparentemente, não faziam parte do esquema revolucionário.
Agindo na sombra ou de forma bastante discreta, os seus colaboradores forneceram elementos materiais necessário à revolução. Esses cúmplices invisíveis tinham grande influência nos corredores do poder ou uma grande capacidade financeira. Dentre eles, citados na literatura que trata desse período, encontramos:
No campo político: Alfred Milner, então membro do Gabinete de Guerra do primeiro-ministro britânico David Lloyd George e Edward Mandell House, principal assessor do presidente Thomas Wilson e eminência parda do governo americano. Com o apoio desses poderosos, os líderes revolucionários, Lenin e Trotsky, conseguiram inúmeras facilidades diplomáticas, além de ajuda prática como armas, munições e vagões blindados.
Dos dois principais centros financeiros do mundo saíram colaborações - dinheiro, muito dinheiro - que tornaram possível a revolução. Em Wall Street, Jacob Henry Shiff, que comandava o banco "Kuhn, Loeb & Co., que arrecadou milhões de dólares entre seus sócios e parceiros. Adicionalmente, nomes como Rockefeller, Morgan, Harriman, Vanderlip e alguns outros envolvidos com a criação do FED, doaram somas substanciais para concretizar a URSS. Em Londres, os irmãos Warburg fizeram a mesma coisa com outros banqueiros europeus, incluindo a família Rothschild.
Essa ajuda não era gratuita. Logo após Lenin assumir o poder, entre 1918 e 1922, todos foram recompensados, por exemplo: o banco Schiff recebeu 600 milhões de rublos em ouro, a Standard Oil, dos Rockefeller, ganhou o monopólio do petróleo russo vendido na Europa e Harriman ganhou uma embaixada e o controle do comercio exterior soviético.
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