COMUNISMO NO BRASIL: 100 ANOS DE HISTÓRIA E DE MUITOS CRIMES

Fundadores do PCB, em março de 1922. De pé, da esquerda para a direita: 
Manuel Cendon, Joaquim Barbosa, Astrogildo Pereira,João da Costa Pimenta,
 Luís Peres e José Elias da Silva; sentados, da esquerda para a direita: 
Hermogênio Silva, Abílio de Nequete e Cristiano Cordeiro


    100 anos de história do Partido Comunista Brasileiro (PCB) aborda os crimes associados ao comunismo e ao nazismo no século XX, com destaque para as ações do PCB no Brasil. Ele se inicia discutindo a violência em massa promovida por regimes totalitários, citando as semelhanças entre o comunismo leninista e o nazismo hitlerista, ambos responsáveis por milhões de mortes em nome de ideais utópicos.

O PCB, fundado em 1922 por ex-anarquistas inspirados pela Revolução Russa, passou por diversos períodos de ilegalidade devido à sua ligação com a Internacional Comunista e sua defesa da ditadura do proletariado. Sob a liderança de Luiz Carlos Prestes, esteve envolvido em eventos como a Intentona Comunista de 1935, marcada por assassinatos e repressões. O partido também promoveu “justiçamentos”, como o assassinato de Elvira Fernandes, apontada como traidora.

Durante o regime militar (1964-1985), o PCB adotou estratégias gramscistas de “ocupação de espaços” em vez da luta armada, influenciando a mídia, universidades e a Igreja Católica progressista. Dissidências internas levaram à criação do PCdoB, que atuou em movimentos como a Guerrilha do Araguaia.

Com o fim do regime militar, o PCB voltou à legalidade, mas perdeu força política. Em 1992, transformou-se no Partido Popular Socialista (PPS), após o colapso da União Soviética. Mais tarde, foi recriado como PCB por militantes históricos e, em 2019, passou a se chamar Cidadania. O texto conclui destacando a influência e os crimes cometidos ao longo da trajetória do partido.

A leitura do texto completo está acessível neste link: https://eratostenesaraujo.blogspot.com/2022/03/pcb-100-anos-de-historia-e-de-muitos.html